Montgomery's profileBRASIL,O SIGNO DA CORRUP...PhotosBlogListsMore Tools Help

Blog


    October 31

    Professor Concursado em 1º lugar desde 1991 à UFMS, doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, presidente da FUCIRLA-SP, presta apoio à Embaixada do Brasil em Honduras, exemplo pro mundo.

        
    caso honduras

    É correta, leal, humanista e harmonizada com a ONU e a Declaração Universal dos Direitos Humanos a acolhida de Manuel Zelaya na Embaixada do Brasil em Honduras, na América Central! Errado é o estado de sítio golpista do governo ditador hondurenho na Embaixada do Brasil! Merece destaque a diplomacia do Itamarati [Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim et ali] que no maior gesto nobre pela democracia e direitos humanos, diante do mundo num só ato de bravura, orgulhando 200 milhões de brasileiros, acolhe Presidente Manuel Zelaya. Chefe de Estado deportado de forma humilhante e vergonhosa pra democracia e pro estado democrático de direito na América Latina.

    Zelaya é injustiçado, deportado por golpe vil, sórdido e truculento duma nojenta cama-de-gato golpista de pseudolegalistas de Honduras, que comprometem a América Latina de forma irreversível. Chega de golpismos intempestivos na América Latina porque os tempos mudaram e não há mais espaço pra usurpadores que perdem o bonde das mudanças, inclusive os EUA, eminências pardas de todas ditaduras que os mesmos patrocinam na América Latina.

    O bando de golpistas pseudolegalistas tem de acordar do sono amorfo, pois não vêem que esta prática é ultrapassada e ultrajante pra América Central? Não vêem que nem mais funciona sequer nos quintos dos infernos que dirá na América Latina? Por que agora fecham veículos de comunicação, o único canal democrático aberto ao povo de Honduras e do mundo? Por que sitiam e tentam invadir agora a Embaixada do Brasil em Honduras? Estão apavorados pela condenação popular que invade às ruas, às praças, à Embaixada do Brasil em Honduras em favor de seu mais legítimo representante eleito pelo povo, pra o povo e com o povo? A democracia pra América Latina custou preço caro, impagável porque a moeda validou-se até em vidas de mártires, idealistas, sonhadores e inocentes, sacrificados pelos mentores sórdidos, os EUA, às ditaduras na América Latina.

    Quando o barco ameaça afundar os ratos são os primeiros a abandoná-lo. Não é à-toa que a diplomacia norte-americana do Sr. Lewis Amselem, num flagrante ato de incompetência diplomática, senão crime omissivo, como de praxe sórdida dos diplomatas norte-americanos, que sempre se portam sem compostura humanista nestas circunstâncias golpistas na América Latina: abandonam às traças as negociações e transferem a responsabilidade às causas e destinos ignorados. Não lhe bastasse tal desatino diplomático, agora responsabiliza Venezuela e Brasil pelo destino do Presidente deportado Manuel Zelaya em Tegucigalpa, o único bode expiatório da diplomacia perversa dos EUA.

    Agora, mais do que nunca, Honduras e quaisquer dos 20 países integrantes da América Latina são assunto e prioridade do Brasil. Haja vista que dentre os 20 o Brasil foi quem mais pagou preço tão alto e por isso tem a responsabilidade moral, política, econômica, social, ideológica, antropológica e mundial pra jamais permitir que golpes tão nojentos tornem a acontecer, como, por exemplo, esta nau de insanos hondurenha, à deriva, comprometendo a democracia tão cara pra América Latina.

    Democracia e direitos humanos sitiados. Era só o que faltava em pleno terceiro milênio. Cadê a UNE? Cadê a OEA? Cadê a ONU? Cadê o Movimento Estudantil-Brasil? Cadê o Movimento Estudantil-América Latina? Cadê os Intelectuais? Cadê os Trabalhadores? Cadê os Cidadãos? Cadê os Políticos? Cadê a Câmara? Cadê o Senado? Cadê os Juristas? Cadê as Autoridades Civis, Militares, Filantrópicas e Religiosas? Cadê os Movimentos dos 20 países da América Latina? Por que não se juntam à Diplomacia do Itamarati na defesa pela democracia conquistada à custa de vidas, lutas, suor e sangue? Por que não se juntam agora na defesa pelo legítimo estado democrático de direito de fato na América Latina? Tão esperando o quê? América Latina unida jamais será vencida pelos EUA, financiadores incondicionais dessas ditaduras, as provas são as suas sete bases militares instaladas na Colômbia. E pasmem, por ordem do Prêmio Nobel da Paz: Obama!

    O Presidente Lula jamais deverá ceder um milímetro sequer dessa conquista imperdível da democracia e dos direitos humanos na América Latina, ainda mais pra golpistas falsos legalistas, egoístas, maus-carateres, pernósticos eremíticos e anti-sociais, que põem risco o destino democrático e os direitos humanos de 20 países latino-americanos num vexame constrangedor diante do mundo. Em toda América Latina, o Presidente Lula é quem mais tem autoridade moral consentida por 200 milhões de brasileiros; autoridade política, social, ideológica, antropológica e mundial que lhe respaldam nessa difícil tarefa de negociação. O Presidente Lula é o único talhado pra tal, pois goza de 85% de Ibope. Enfim, aceitação crescente porque nem mesmo Obama, com aceitação decrescente neste ponto, dispõe de tamanha autoridade e respeito mundial pra tal. Prova recente disso foi a implacável determinação pra grandes negociações globalizantes do Pio Presidente Lula ao trazer as Olimpíadas pro Brasil, as alvíssaras Olimpíadas Rio/2016.

    (Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos é concursado em 1º lugar desde 1991 à carreira do magistério superior na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS, Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP e presidente da Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-SP)

    Professor Concursado em 1º lugar desde 1991 à carreira do magistério superior pra UFMS, doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, presidente da Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-SP, reedita poema à Ísis, neste I dentre dez sonetos!

       

     

    poema pra ísis

    I

    uma palavra proferida de tua boca,

    parece cachos de rosas desabrochando,

    invade à sensibilidade do homem, quando

    passeias com um lento olhar meigo de loba.

    pareceis que vades devorar, mas não devoras;

    como aquela que amamentou rômulo e remo,

    e ao te conhecer o homem diz: – não te temo!

    por ser especial em meu coração moras.

    por muitos outros mundos gritarem que és singela,

    és tu tão meiga, afável, pura, linda ou bela!

    e o teu anel de virgindade é o arco-íris;

    que ser humano algum jamais ousará roubar,

    mesmo quando sentir grande vontade de amar;

    é que tu és o símbolo da deusa ísis.

    joão pessoa, 15-4-1982

    montgomery Vasconcelos

    Professor Concursado em 1º lugar desde 1991 à carreira do magistério superior pra UFMS, doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, presidente da Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-SP, reedita poema à Ísis, neste II soneto!

      

    poema pra ísis

    II

    deixe eu olhar pro silêncio do teu rosto!

    deixe eu molhar com o orvalho de tua boca,

    meu pensamento em ti, que foi imposto

    por tua grande e formosa beleza moça!

    deixe eu mergulhar no profundo do teu ser,

    sentir no véu translúcido de tua alma,

    minha vontade incontrolável de viver

    mergulhando na imensidão de tua calma!

    habitar na transcendência do teu sonho;

    é outro sonho que quero concretizar;

    conjugando eternamente este verbo amar!

    penetrar no teu âmago me proponho,

    rebuscando novos amores num somar,

    que totaliza a liberdade de voar!

    joão pessoa, 15-4-1982

    montgomery vasconcelos

    Professor Concursado em 1º lugar desde 1991 à carreira do magistério superior pra UFMS, doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, presidente da Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-SP, reedita poema à Ísis, neste III soneto!

       

     

    poema pra ísis

    III

    você parece um poema, que emociona

    logo de primeira ao ser lido no alvorecer

    das verdes lindas manhãs, que me impressiona

    com as páginas do teu rosto a me entorpecer.

    ao ver-te um coração parado funciona

    e grita aos quatro cantos do mundo o que fazer,

    com tão radiante beleza, que aprisiona

    seu dono amordaçado, carente de prazer.

    fazes-me tão mais forte em tua companhia,

    capaz de um batalhão vencer atrás de glória,

    que não me atrevo deixar de te ver um só dia!

    se eu fosse um bom pintor, aos poucos pintaria

    esse seu meigo rosto na minha memória,

    pra nunca esquecer essa estupenda harmonia!

    joão pessoa, 15-4-1982

    montgomery vasconcelos

    Professor Concursado em 1º lugar desde 1991 à carreira do magistério superior pra UFMS, doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, presidente da Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-SP, reedita poema à Ísis, neste IV soneto!

      

    poema pra ísis

    IV

    não se diz com palavras um grande amor,

    mas, concretamente com sentimentos.

    é amando que se nega os momentos

    duma falsa imaginação sem pudor.

    combate terrível, tremendo furor,

    que não há regras nem impedimento.

    pra escapar deste horrível tormento

    é preciso ser o mais hábil ator.

    deixar a saudade bater às portas,

    não tornar mais difícil a harmonia,

    escrevendo certo por linhas tortas.

    ressuscitar todo dia as leis mortas,

    sem perder um momento a sintonia,

    irrigando os amores destas hortas!

    joão pessoa, 24-5-1982

    montgomery vasconcelos

    Professor Concursado em 1º lugar desde 1991 à carreira do magistério superior pra UFMS, doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, presidente da Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-SP, reedita poema à Ísis, neste V soneto!

        

    poema pra ísis

    V

    hoje ela passou tão depressa que queria

    chegar ontem. tudo isto pra fugir de mim.

    como é duro este desprezo feito agonia,

    que me deixa como as flores mortas sem jardim.

    como um foguete americano, parecia

    tão veloz que se perdia em balas de festim.

    dando em troca de nada a vida em harmonia,

    que se perdia pelas manchetes do pasquim.

    bom! este seu recurso pra recusar alguém.

    mas, atualmente é impossível se mentir,

    mesmo, tão prodigiosamente não convém.

    a verdade que sentimos, isto não mantém,

    por muito tempo, uma emoção, que só quer ferir

    com tanta certeza, que não volta mais quem vem.

    joão pessoa, 25-5-1982

    montgomery vasconcelos

    Professor Concursado em 1º lugar desde 1991 à carreira do magistério superior pra UFMS, doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, presidente da Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-SP, reedita poema à Ísis, neste VI soneto!

      

    poema pra ísis

    VI

    um rosto puro de criança que você tem,

    ao escapar seu olhar em nossa direção.

    na verdade igual a ele não há mais ninguém.

    oh! bendita senhora dai-me teu coração.

    esse explorado assunto que eu desenvolvo,

    parece um disco com falhas, sempre a repetir,

    deixando-me cheio de dedos como um polvo,

    na música-vida que cansaram de ouvir.

    pra que tanta evolução, se o fingimento

    é quem nos comandará em todo momento.

    assim, prefiro ser velho pra sempre te amar.

    prefiro voltar nestes longos tempos idos,

    a trilhar num futuro de desconhecidos,

    que jamais saberei se poderei te encontrar.

    joão pessoa, 27-5-1982

    montgomery vasconcelos

    Professor Concursado em 1º lugar desde 1991 à carreira do magistério superior pra UFMS, doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, presidente da Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-SP, reedita poema à Ísis, neste VII soneto!

      

    poema pra ísis

    VII

    ingênua! és irmã da inocência,

    vês! que todo homem é por natureza mal;

    antes fosse ele tão sem competência,

    pois te preservaria toda com a moral.

    esta humanidade é tão ignorante

    que nem ao menos pensou te conservar.

    abrindo tão depressa as portas ao retirante

    dos campos de combate que te foram provar.

    por ordens comandadas na luta sangrenta

    da destruição estúpida, violenta,

    daquelas tão trevosas em noites de quintais.

    que não saia tão cedo de nossa cabeça,

    todo homem poderoso, que ofereça

    levar a nocaute à paz em distintos locais.

    joão pessoa, 28-5-1982

    montgomery vasconcelos

    Professor Concursado em 1º lugar desde 1991 à carreira do magistério superior pra UFMS, doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, presidente da Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-SP, reedita poema à Ísis, neste VIII soneto!

      

    poema pra ísis

    VIII

    a maior prova da saudade é a certeza

    da necessidade dum novo reencontro.

    como o destino é um belo desencontro,

    nos impedirá de ter sempre essa firmeza.

    por isso te evitar ao máximo possível

    não é desprezar-te. é amar-te mais e mais

    na tua ausência, prova maior sem fiscais,

    pois te perder estando contigo é terrível.

    é estranho esse amor sem aproximação.

    e não se sabe se é ódio ou paixão,

    pois, amo com a paixão do ódio ou odeio

    com a paixão do amor. – isto é tão forte,

    que coisa alguma é igual ao seu porte.

    oh! deus, não me enlouqueça neste rodeio.

    joão pessoa, 2-6-1982

    montgomery vasconcelos